Mensagem do dia.

Passando para deixar minha mensagem de bom dia, deixo um pensamento para reflexão!


"A GUERRA MOSTRA, EM FATOS E FOTOS, O PODER DA AMBIÇÃO HUMANA"

Pense nisso!

Beijos e fica com Deus!

Beto Barbosa
Leia mais|Comentarios (9)|em 29 de Setembro de 2007

A LUANA TEM RAZÃO

Gosto de viver a vida, aprender o novo, ler, escutar, sorrir, sonhar e, de vez em quando, me arriscar nos comentários.

Hoje, não tive outra opção se não escrever qualquer coisa, qualquer pensamento ou tentar desenvolver um texto.

O que falar? O que escrever?

Precisamos ir mais longe, arriscar mais, sei lá!

Qualquer coisa diferente de ontem.

Gosto de ver os rebeldes, a fé dos espiritualistas, os francos, mesmo quando eles tentam sofisticar os lugares e endeusar fazendo a linha cult.

É, não é fácil ser gente, não é fácil chegar com tantos empurrando a faca ou o que tiver nas mãos, para não deixar ninguém passar na frente. E nessa, vamos indo sem dó e piedade.

Buscando fórmulas, caminhos e meios de sobrevivência como se na selva estivéssemos. Na selva, sim, urbana, por que a verdadeira selva esta virando relva, seca, quebradiça e sem nem uma utilidade no futuro.

A tormenta atormenta o clima, inverno, primavera,outono e verão. Saca lá!

A cada ano, a mãe natureza desabafando sua ira incontrolável.

Pois é, eles financiam o desmatamento e nós pagamos a conta sem o milho na mesa, soja e palitos nem um por que nem um sobrou, foi tudo falado para inglês ver.

Uma boca pediu, a outra boca financiou a boca que pediu e nós ó.... tomamos na tarraqueta.

Ninguém sabe, ninguém viu onde foi parar o dinheiro do Brasil. É boca demais... é bocão que mete medo!!

Felizes seríamos se todas as bocas falassem a língua dos homens. Vou nas idéias da Piovani, se todos soubessem a boca usar não existiria homem e mulher infeliz.

A onda é saber desmatar, falar, usar o som.

A Luana tem razão quando nos chama a atenção para a boca. Bem usada é fundamental. Vence-se, cresce-se, engrandece-se. A importância dos sons é tudo. Muitos se acham desafinados, outros.... afinados até demais.

Eu fico só nos ouvidos, vendo os “boca de ouro” se perdendo nos caminhos. Piovani está certíssima: quem tem boca vai a Roma.

Quem não se percebe, não se estabelece. Quem sabe a boca usar se torna Rei, é reconhecido, e amolece corações. Verdade! a boca é tudo... é o que há de mais moderno, basta atualizar os sons.

Por ela se constrói amores, pede-se a bênção, pede-se desculpas, parabeniza-se, agradece-se, enfim !

Assim como se constrói, se destrói, se morre e se mata afogado nas palavras.

A boca por si só se define, se consagra ou desagrada.

A boca é a independência de muitos e submissão de outros. Por ela o pedido de clemência e despedida. Verdade!

Com a boca bem usada se chega ao mundo das possibilidades, loucuras, efeitos, viagens e ao êxtase do frenesi. Posso até ilustrar como se fosse o som do baião cantado por Gonzagão e fazendo a mocinha tremer sentindo a dureza do couro gibão.

Toma lá, da cá! Eles só abrem a boca para prometer e o povo pra se lascar. Gostei do tema! Luana bem pensou e eu aproveitei a deixa para abrir a boca dos pensamentos e descrever o que você pode continuar o que ainda não deu para absorver.

Com a beleza da alma se abre a boca e se canta, se encanta e se diz apaixonado. A boca fala que ama ou que já amou. Que não ama mais, me dá um tempo, preciso de tempo enfim !

Com a boca se pode tudo, basta saber usar, falar, fazer, sentir e deixar que o corpo se encaixe ao sabor dos temperos.

Sem muito me estender, vai aqui meu conselho de cuidado aos caminhos de sons paraguaios: cachorro que muito late não morde!

Com um papo doce e molhado se engana e engana-se. Corrompe-se e é corrompido. Muitos se engasgam com a fúria da fome. Outros por acúmulos de saliva. Babando muitas vezes se aplaude ao som de belas obras. Outras vezes, evitam-se futuros irracionais, banais e precipitados. Almas não preparadas se deixam levar pelas emoções dos momentos e se descabelam com o som de seus rebentos.


Que a vida nos favoreça com belas bocas para consagração dos ouvidos apurados e sons bem intencionados.

Seja do jeito que for, o som pede momentos clássicos para matar a fome desta carência atual. O som busca sua libido nas bocas ardentes e necessárias para o bem de nossas almas e corações.

Como diz o tema de quem aplaudo, Luana Piovani:

“A boca é tudo para quem sabe usar.”

Beto Barbosa
Leia mais|Comentarios (64)|em 25 de Setembro de 2007

Mensagem do dia.

Começo o dia oferecendo um desejo de boa sorte a todos.
Meu pensamento, meu ponto de referência a um futuro próximo.

"Muitas cenas com cenários de fumaça ainda não se dissiparam de nossas órbitas.
Desvendá-las se faz necessário em nome das águas claras"

Beijos de bom dia.
Beto Barbosa
Leia mais|Comentarios (5)|em 19 de Setembro de 2007

Seu Luiz Lua e a Paris dos Enrustidos.

Viajei no tempo ao som do Velho Gonzaga.

Seu Luiz, decantando versos brejeiros do sertão nordestino, contava suas histórias e andanças por nosso País.

Naqueles tempos, andava-se de jegue, carroça, cavalo, bicicleta e tudo que se possa imaginar, mas se chegava.

Da segurança não tenho dúvidas, até por que a velocidade dos referidos transportes não ultrapassava a casa dos 20 km por hora.

A viagem não devia ser um mar de rosas, mas imagino que quem a fazia conhecia cada palmo de terra e chão daqueles lugares encantadores e históricos.

Imagino, também, a paisagem dando oportunidade à criatividade dos andarilhos sertanejos, artistas e cantadores, que, nos caminhos, escreviam suas histórias deixando e levando saudades.

Faço valer minha imaginação aos tempos dourados onde dormir de portas abertas era normal, diferente dos tempos atuais onde a lua, em certas regiões, não aparece mais tamanha poluição atmosférica. Para outros, é puro medo de uma sociedade truculenta e violenta e pavor de abrir portas e janelas.

Hoje, apertamos botões e deixamos que a máquina trabalhe por nós.

É claro que em certos cantos do País a modernidade ainda não chegou, mas, com certeza, já superamos a maioria com nossa tecnologia.

O telefone, luz, celular, fogão a gás e homem voando na Sapucaí.

São pequenos exemplos de nosso salto ao mundo planetário.

Tudo isso me passa pela cabeça, perdido no tempo.

Hoje, vivemos nesta suruba desorganizada.

Ninguém sabe quem rouba mais, quem mente mais e quem nos arromba mais.

Anormal seria, se tudo, por aqui, estivesse funcionando.

Neste exato momento, estou com tempo de sobra por pressão de mais um vôo atrasado.

Nem vale a pena abordar este assunto já tão desgastado.

Pelo menos, estou aqui curtindo meu notebook escrevendo o que me vem à cabeça sem compromissos com o ibope.

O importante é que mais uma vez, testo meu texto com minha paciência... que, por sinal, está ótima.

Olhos fechados, em determinados momentos, imagino a felicidade dos que curtiram os anos 30, 40 e 50.

Não havia a facilidade das máquinas e da medicina, mas também não existia a violência, em série, nas esquinas, trombadinhas, guardadores de carros e limpadores de vidros perturbando e nos assaltando em cada semáforo.

A Polícia nos guardava e éramos bons amigos.

O leiteiro deixava o leite e o jornaleiro deixava notícias no portão.

Saudades do que não vivi, apenas ouvi alguém contar.

Tempos da pureza, trocados pela estupidez moderna.

Hoje, temos as mordomias da modernidade.
Eles no lá... modernidade pouco tinham, mas perceberam a paz dos tempos tranqüilos, embalados pelas cadeiras em suas portas, almoço em mesas gigantes pra receber família grande.

Hoje, as mesas se tornaram pequenas e muitos nem mesa têm por não terem família e tempo.

Todos correm a lugar nenhum em busca de sucesso e vão destruindo o que de mais bonito se pode ter, amor e família, que matamos, lentamente, dentro de nós, por não termos ninguém quando nos tornamos alguém.

Não vejo a hora de ter a paz de outrora cantada e contada por nossos antigos mestres.

Não vejo a hora de voltar a ver nossos ídolos na grande mídia.

Não vejo a hora de ver os atuais contando suas opções sexuais.

Segredos profundos ou quase profundos guardados pelo poder dos brasões.

Não é difícil perceber o cio da tara, curvar a coluna no anzol de um barqueiro, em alto mar, por exemplo.

Pois é, da até pra encaixar, quando lembro que há anos conheci o talento de uma jovem artista que, com sua dança, embalava os brasileiros, em um programa de auditório.

Em soluços, me contava histórias de arrepiar.

Ela era apenas uma bailarina dançando em um auditório famoso.

Suas lágrimas de angústia e desespero me fazem voltar ao tempo.
Recordo seu lindo rosto que, mesmo chorando, não perdia a beleza e a pureza de sua alma.

Na verdade, penso que ser, não tem nada haver.

Errado, é não querer ser... Se há muito é... sem nunca ter deixado de ser.

Pago para ver antes de morrer a identidade de alguns enrustidos do meio.

Com suas colunas vergadas, pedindo desculpas para a mulher sufocada.

Puxando os cabelos, olhando pra lua, no meio da rua, ao lembrar de anzóis oportunistas, que sangrando o nariz, fizeram a bicha feliz em Londres ou quem sabe Paris.

Beto Barbosa

Leia mais|Comentarios (4)|em 03 de Setembro de 2007

LINHAS ANTAGÔNICAS


Desculpa se te magoei quando não deixei brechas para tantas amarguras.

Desculpa!

Sinceramente, desculpa-me se não te dei ouvidos para tantas frustrações.

Desculpa!

Se não consegui te levar ao meu mundo.

Desculpa-me se não o fiz é por que teu mundo não fazia parte do meu.

Não me julgue um ser radical.

Linhas antagônicas se percebem mais não se encontram.

Mudar não é topar o mundo tentando explodi-lo.

Sua cabeça não é a minha, somos fórmulas diferentes, não posso mudar a minha cabeça por causa da sua.

Quero sentir meus pés tocando minhas possibilidades.

Preciso de espaço para divulgar minha história.
O mundo é mais do que sonhei.
Muito mais do que imaginei.
E tudo me foi dado de acordo.
E se deixei passar, foi por que o tempo não me havia amadurecido para tal.

Não quero nada cobrar, ser cobrado muito menos.

Se fôssemos o que hoje pensamos, nada de mal teria acontecido.

Vamos assim, ainda tem alguém a nos esperar para ouvir nossas histórias.

Precisamos contar para que eles possam avaliar.

Eles precisam saber para decidir se querem sorrir ou se querem chorar.

Contos loucos e soltos. Cabeças ao vento, corpo em desconforto.

É a vida se encaixando, e nós, cada vez mais, distanciando.

Linhas antagônicas.

Ninguém viu para nos dizer. Será que um dia elas ousarão de mãos dadas caminhar?

Antagônicas!

Eternamente Antagônicas.


Beto Barbosa
Leia mais|Comentarios (5)|em 01 de Setembro de 2007