Ivete Sangalo

IVETE



Grito da sensibilidade, da chegada, do ser que nasceu pra ser.

Personalidade. Valores reais. Independência, superação, longe do abismo interior.
Irreverência, ensinando o mundo das possibilidades.
Distância dos hipócritas e das manchetes sem perder o foco.
Ivete Sangalo!
Nasceu Artista sem a cópia da famosa estréia.
Natureza aberta, livre, e contemporânea.
Soberania nacional despertando sonhos profissionais em muitos brasileiros e brasileiras. Tempos modernos com talento de sobra.
Ivete Sangalo, és o dedo de Deus. Mundo novo.
Mulher independente... Onde homem tem que fazer pra ser.
Exemplo de vida e alegria sem a prepotência dos incapazes.
Atingível e nunca intocável. Ser que valoriza é valorizado.
Ivete Sangalo, tempos reciclados. È assim que eu a vejo.
É assim que eu me aglutino. É assim que meus horizontes ultrapassam a faixa de gaza e me fazem perceber que difícil é fazer o simples.
Perceber é se achar, é encontrar o ponto, o timer.
Será que você é diferente de tudo isso?
Não aplaudir é se penalizar por incompetência.
Gosto de aplaudir o talento. A cada cem anos nasce um mito, a nave, a perfeição do ser inteligente, irreverente e universal. Sou, sim, o aplauso engrossando a fila para contradizer os cadavéricos seres que não acreditam nem em si.
Ivete Sangalo, tempos modernos e desprovida da exibição mórbida.
Verdade humana , ensinando que sucesso é simples, basta reciclar pra ser.

Beto Barbosa
Leia mais|Comentarios (4)|em 30 de Julho de 2007

AEROPORTO


O que parecia uma simples falha humana se agrava e amedronta os intocáveis seres diplomados e bem sucedidos empresários, artistas e políticos bem intencionados.
Uma nação no mesmo barco, perdida por falta de comando das autoridades competentes.
Viajar de avião é o pesadelo maior de quem necessita de seus serviços.
O tema é o mesmo nos principais jornais e reuniões.
Estamos na famosa CB, atordoados, humilhados e entregues à própria sorte.
Quando os pilotos americanos nos jogaram a culpa do buraco negro nos céus Brasileiros, os desinformados políticos e autoridades buscavam com gritos no congresso a defesa de nossa pátria e pediam direitos de resposta internacional por graves acusações.
Expresso, como cidadão, minha indignação e medo por tão grave situação.
Estamos com o psicológico abalado.
O medo agora chega aos céus se já não bastasse o medo de andar na terra.
Fazer o que?
Se precisamos viajar por nossas necessidades.
Já não se encontram palavras para tantos desacertos,dores e revolta. Somos um povo sofrido com nossas infâncias doloridas, nossos traumas e nossas lutas de bom menino e menina.
Crescemos aprendendo as leis da nação, da vida e da sobrevivência.
Ensinaram-nos muito ou quase tudo, mas não nos ensinaram a voar. Salve-se quando der e poder.
O caos é grande, sério e real.
É fácil perceber que estamos ainda muito longe deste final mórbido.
O País clama por segurança, educação, trabalho,direitos e mesa farta. Precisamos do básico e disso todos nós sabemos por que sentimos na carne as dores destas faltas. E tudo isso abala o psicológico. Precisamos sim de uma resposta imediata para este inferno atual. Precisamos de saúde e postos avançados para continuarmos nossas caminhadas.
Não quero terminar meus dias explodido feito bomba em um posto de gasolina.
Daqui minha divisão de dor e solidariedade às famílias que perderam seus entes queridos nesta tragédia há muito anunciada.
Leia mais|Comentarios (2)|em 26 de Julho de 2007

Pense comigo!

Sou azedo por que gosto de ser azedo.
Amargo por que gosto de ser amargo.
Indócil por que gosto de ser chato.
Pessimista, por que não acredito nem em mim, como vou acreditar nos outros?
Sou feliz, por que gosto de ser feliz.
Pense... se não somos o que queremos.
Então,faça de sua vida uma atitude em foco.

Beto Barbosa
Leia mais|Comentarios (3)|em 26 de Julho de 2007

Lambada na Lambida

Cantando e bailando de forma radical, o Brasil foi aprendendo a gostar, dançar e se envolver com os palcos iluminados de bailarinos e bailarinas.
Saias rodadas e sensuais nas mulheres; calça sem camisa nos homens. Esse estilo musical, nos anos 80 e 90, se chamava Lambada.
Hoje se chama forró moderno, estilizado, sei lá !
Tudo veio de lá , com a cara de aço dos atuais.
E seu Luiz Gonzaga?
Onde fica com seu forró?
Se vivo fosse, penso que processaria o mundo forrozeiro pelo assassinato de sua arte.
É claro que, tem horas que enche o saco ter que falar os motivos do ostracismo.
Essa modalidade - explicação - nunca foi meu forte, a independência sempre usei como arma em meus caminhos, mas posso adiantar que o barato só mudou de nome .
Sou amante da nascente, da vida, e do novo.
A criatividade simplória da retórica me extasia.
Gosto da Lambada bem marcada e sensual de lá, bem melhor que a lambida daqui.
Afinal, como já profetizou Chacrinha, o Velho Guerreiro: "Nada se cria, tudo se copia.”




Beto Barbosa

Leia mais|Comentarios (2)|em 26 de Julho de 2007

Eles estão no poder.

Tem horas que não dá pra fugir da personalidade adquirida.
Ídolos, reis, majestades, cultura, religião, time de futebol, família, compositores e artistas plásticos, dançarinos ou palhaço do verdadeiro circo, hoje, ameaçado por oportunistas que sobrevivem da criatividade alheia.
Festivais sérios ouviram falar eu também ouvi e vivi este momento hoje só nas lembranças.
Estou aqui, sintonizado nas mudanças, buscando referências, atualizar, tentando encarar.
Eles estão no poder nada nos deixam ou nada nos prometem deixar.
Eles estão no poder, sem méritos para aplausos.
Amigos se exilaram longe das sementes plantadas estou nessa.
Irmãos compositores, geniais criadores que morrem ou morreram na guerra original dos projetos que hoje usufruímos.
Ouvi no radio , e li nos jornais palavras bem colocadas por um marketing bem trabalhado.
Não tive a verdadeira oportunidade de aprender nas escolas a auto-promoção.
Não me formei, o mundo foi minha faculdade a rua minha realidade e a fome os caminhos me ensinou. Vencer ou morrer não dá pra retroceder melhor guardar pra mim.
Momentos bons perdi. Sonhos de uma infância entre o céu e o inferno incentivado por um coração inocente que só sabia amar e perdoar. Autodidata conheço muitos e o mundo me fez um deles.
No sangue, o balanço do índio amazônico, árabe e português enquanto o mundo explodia, todos diziam - "nem tenta pois o som que rola é de inglês."
Anos 70, a magia de minha dança e com ele aprendi a conter o ritmo da espera, a fórmula, meu estilo, minha maneira de ser.
Se os de lá não acreditavam, eu investia nos sonhos...
Embalado pela poesia e o balanço dos artistas brasileiros.
Que o som não era só de inglês, eu já sabia por que vivia nos guetos com meu pai e mãe e na mordomia com meus avós e tios.
Benjor acontecia e meus ouvidos agradeciam.
Grito de liberdade...isso é Brasil!
Roberto,Erasmo,Gil e outros que aqui não caberia, deixavam nossa “alma cheirando a talco”.
Anos 70, meu tempo, minha áurea, muitas referências.
O mundo girou com "Seu Giga" em busca da modernidade.
Não podíamos parar, queríamos mais...
A população dobra e se renova de dez em dez anos e no meio dessa correria animal oportunidades surgiam para o bem e para mal. Festivais e oportunistas em cada esquina degustando passado e presente não semeado.
Eles estão no poder, nada nos servem, nada nos acrescentam e nada nos prometem deixar.
Fonte esgotada no lá... será?
Ou foi a pirataria que extirpou a criatividade artística e fonográfica atual?
Falar de grife sem falar do mano que está na estrada a anos, é pisar na história.
Meus parabéns a Bono Vox, solidário a grandes causas.
De sua boa vontade e arte, a arte de sobreviver do irmão sem voz na sociedade.
Solidário eu sou a pensamentos de outros manos nesta guerra silenciosa ...
Passado atual e criativo das tribos.
Sorrisos de dor e lágrimas contidas.
As grifes estão no poder, nada nos oferecem, nada nos ensinam e nada nos prometem deixar.
O circo segue seu rumo seu o talento do verdadeiro artista,o palhaço. As massas elegem por falta de opção e coação e se a Geni gosta de bosta, bosta na Geni, genialmente decantada por Chico Buarque.
A palavra tem força o tempo força e poder.
Melhor assim, melhor pra mim.
É no calor das discordâncias que a fila anda.
Às vezes penso que poderia ter feito mais, me posicionado mais e quem sabe, ter buscado na veia filosófica deste circo, os caminhos pro meu grito de protesto ou de oportunismo.
“Deus sabe o que faz, não sabemos o que dizemos”.
Melhor assim, melhor pra mim estou nessa sem tirar nem por.
Salve Bill Gates, com sua genialidade evoluída,proporcionando o grito de liberdade e protesto a todos aqueles exilados e consumidos pelo oportunismo de muitos e do jabá sem rumo.


Beto Barbosa

Leia mais|Comentarios (0)|em 26 de Julho de 2007

O pulo do gato.

Depois do show, o amanhecer imobilizado pelo cansaço da vitória.
Mais um dia de sucesso e glória.
Ao Pai, meus agradecimentos.
Sem Ele não me teria visto neste belo amanhecer.
Este momento me eleva e me presenteia com a luz da maturidade longe das bebidas, cigarros e amores da noite com cheiro da morte nos lençóis.
Seria bom que fosse sempre assim ou que nunca tivesse sido diferente -gostar de mim, realidade nos fatos, me sentir forte diante do espelho, sendo a imagem da verdade, da consciência e deste momento tão nobre.
Hoje, eu lavo o rosto sem ter que tirar ou por a máscara pra encarar a ressaca desagradável da noite anterior.
Estou aqui me sentindo um nobre, um lord, um gentleman e se me perguntassem as horas eu saberia dizer...
São 7:00 horas da manhã.
É bem verdade que ainda não dormi... Fazer o quê?
Felicidade não tem hora pra chegar.
Estou aqui atualizado, antenado e orgulhoso de mim. Amém!!!
Que Deus me conserve e me afaste para sempre das ilusões noturnas.
Que minha boca seja a fonte da felicidade e de agradecimentos por tão distante me sentir deste vazio.
Que bom dormir e acordar percebendo a beleza e o perfume dos lençóis.
Dei o pulo do gato, espantei os ratos e me doei de presente ao futuro.
Amém !!!!!!


Beto Barbosa
Leia mais|Comentarios (0)|em 26 de Julho de 2007

A dor que mata é a mesma que renova e salva!

A dor que mata  é a mesma que renova e salva!
Vejo pessoas que me olham como se eu fosse a copia fiel da realização humana, que não tivesse problemas e que minha vida é o palco das alegrias ao som da felicidade.
Percebo que elas imaginam meu jardim repleto de flores sem espinhos e belas borboletas coloridas a sobrevoar em minha volta.
Seria bom que fosse, mas não é e nunca foi.
Chorar foi pouco vendo a alma arrastada com palavras demolidoras do inimigo.
É difícil imaginar a grandiosidade de Deus diante dos pecados que achamos sem perdão e dos sofrimentos diários.
É difícil vencer na vida caminhando lado a lado com o inimigo e ter que pregar o amor puro quando as pedradas cortam a carne e nos atingem a sagrada moral.
Mas se não venci, com certeza não morri, ainda estou aqui me buscando, tentando me achar neste jogo de interesse social e sair vivo dessa pra ter o que contar aos novos que estão chegando.
Somos a partícula invisível, ponto alto da imaginação divina, um por todos, todos por um.
Assim fomos planejados e imaginados, maquete enfraquecida diante de nosso egoísmo e pouca fé.
É claro que as provações são difíceis e por elas se blasfema. Mas é na queda que levantamos e deparamos com o horizonte da verdade sonhado e amadurecido.
Muitos não percebem tamanha vida vazia.
Conheço bem estes caminhos, por eles eu já passei.
Por isso, me sinto igual a todos que não me percebem, não sou diferente, apenas deixo o vento entrar pelas portas e janelas sem me furtar das tempestades, elas passarão, não são eternas e as mudanças chegam depois de tudo.
Deixemos então o vento soprar seus ensinamentos e de braços abertos, limpar nossa alma com a pura sabedoria.
Deixemos pra lá o que de lá pertence e aqui não se encaixa.
Por isso, muitas vezes calo-me diante de novos horizontes.
A dor que mata é a mesma que renova e salva com sua grandiosa e infinita tempestade de puro amor. DEUS!!!!!!!!!!

Beto Barbosa
Leia mais|Comentarios (0)|em 26 de Julho de 2007